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Conhecer Pena Branca é um privilégio e ficamos emocionados com sua simplicidade, serenidade e alegria. Pena Branca toca sua viola de 10 cordas acompanhado do Grupo Mano Véio com Tarcísio, Rogério Motta e Cristiano Rodrigues

Pena Branca, autêntico representante de nossas raízes, iniciou sua carreira em1958, com irmão Xavantinho, na Rádio Difusora de Uberlândia. No entanto, o primeiro LP foi gravado somente em 1980, e a “coisa realmente tomou rumo”, quando a dupla participou do MPB Shell com a música “Que Terreiro é Esse”, e com isso gravou o primeiro disco e conheceu Rolando Boldrin, no Programa SOM BRASIL, TV Globo.

Em 1982, Boldrin produziu o segundo LP- “Uma Dupla Brasileira” e passou a levar Pena Branca e Xavantinho para acompanhá-lo em seus shows pelo Brasil. Neste mesmo período conheceram Milton Nascimento no Programa Som Brasil e em 1986, veio à participação no programa “Chico e Caetano”, da TV Globo. Em 1987 o CD “Cio da Terra” com a participação de Milton Nascimento, marca a mistura de estilos. Ao todo, foram necessários 40 anos de carreira, cinco prêmios Sharp e vários shows dentro e fora do país, inclusive em Nova Iorque, França e Portugal.

A dupla encerra sua carreira em 1999 com a morte, do parceiro e mano, Xavantinho. Pena Branca prossegue na estrada, cantando sua música de raiz e lança, em Uberlândia, no ano de 2000, o CD “Semente Caipira” e ganha novos manos – o Grupo Viola de Nóis- seis músicos que desde então o acompanha pelo Brasil.

Com este CD, Pena Branca conquista o Latin Grammy Awards de melhor disco sertanejo, maior prêmio conferido ao trabalho de um músico. Posteriormente, seu CD “Pena Branca Canta Xavantinho”, feito em homenagem ao irmão é indicado ao Prêmio TIM de Música Popular Brasileira, nas categorias melhor disco e melhor cantor regional e é também indicado ao Grammy 2003, como melhor disco sertanejo, além de participar do CD “Cantoria”, gravado ao vivo com Renato Teixeira, Elomar, Xangai e Teca Calazans trabalho indicado também ao Grammy de 2003.

Pena Branca é reconhecido pela sua grande contribuição no trabalho de divulgação da cultura regional de nosso país e pode ser visto em diversos programas de âmbito nacional como “Domingão do Faustão”, Ana Maria Braga, Metrópole, Viola Minha Viola, Terra de Minas, Globo Rural e Bem Brasil, divulgando a verdadeira música caipira

Grupo Viola de Nóis

Muitas realizações nascem de pequenas e simples idéias, assim como inesquecíveis histórias nascem de pequenos e simples sonhos. Assim nasceu o grupo Mano Véio (atual Viola de Nóis): da vontade de fazer um show em homenagem ao cantor Xavantinho, falecido naquele ano de1999.O cantor e produtor Tarcísio reuniu alguns músicos da cidade de Uberlândia em torno dessa idéia que logo virou um sonho, que se transformou na seguinte história: Pena Branca, irmão e parceiro de Xavantinho não pôde comparecer ao show – “Tributo a Xavantinho”, por estar, naquela ocasião, finalizando a gravação do CD “Semente Caipira”, mas como uma boa idéia não morre na “nacedô” outra alternativa surgiu: fazer o lançamento do CD “Semente Caipira”, em Uberlândia.

O show aconteceu com a participação dos músicos do Grupo, já que a banda oficial da dupla havia se desfeito após o falecimento de Xavantinho.

Com o sucesso alcançado com a apresentação, em julho de 2000, o grupo- ainda sem nome – passou a ser presença constante nos shows e apresentações do cantor Pena Branca e, ainda, naquele ano, numa homenagem à dupla, os músicos escolheram o significativo nome: Grupo Mano Veio e atualmente com o nome Viola de Nóis.

Há quatro anos e meio acompanhando Pena Branca, por diversas cidades e capitais do país. Os músicos têm se destacado pela alegria e qualidade de seu trabalho que podem ser vistos no CD gravados ao vivo em Uberlândia, além das várias participações em shows com Inezita Barroso, Renato Teixeira além de vter participado por duas vezes da missa dos sertanejos no santuário de Aparecida do Norte SP.

Nas várias apresentações feitas no programa “Viola Minha Viola”, a apresentadora Inezita Barroso sempre elogia a atuação do Grupo, como também fazem a Galvão e Renato Teixeira para quem o grupo é, sem dúvida, o novo destaque na música de raiz.

Como resultado de uma idéia que está fazendo história, o Grupo produziu o CD “Cantigas do Cerrado”, trabalho que reúne Pena Branca e convidados de sua cidade natal Uberlândia, um resgate das obras hoje consideradas de domínio público.

Mas como toda boa história, não acaba assim, ainda teremos muito que contar desses protagonistas: Tarcísio, Rogério Motta, Cristiano Rodrigues, Márcio Bonesso, Alex Mororó e Dedé Aires que, por terem os corações afinados com a música de raiz, fazem um som danado de bão, pra nenhum mano veio botá defeito.

Discografia com o Grupo Viola de Nóis

Sertão Violeiro
Pena Branca e o Grupo viola de Nóis

Discografia Solo

Semente Caipira
Pena Branca canta Xavantinho

Semente caipira (2000) Kuarup
Pena Branca canta Xavantinho (2002) Kuarup

Discografia com Xavantinho

Velha morada (1980) Warner
Uma dupla sertaneja (1982)
Cio da terra (1987) Continental
Canto violeiro (1988) Continental
Cantadô do mundo afora (1990) Continental
Ao vivo em Tatuí com Renato Teixeira (1992) Kuarup
Violas e canções (1993) Velas
Pena Branca e Xavantinho (1994) Chantecler/Warner Music
Ribeirão encheu (1995) Velas
Coração matuto (1998) Paradox

Escolha seu artista:

Bandas/artistas

Antulio Madureira
Jerry Espíndola & Croa
Matuto Moderno
Mercado de Peixe
Paranga

Cantora
Kátya Teixeira
Socorro Lira

Carnaval
Banda Redonda

Duplas
Aleixinho e Hélio Bueno
Duo Torneze
Diogo e Leandro
Índio Cachoeira e Cuitelinho

Novaes e Manoel Rosa
Oliveira e Olivaldo
Oswaldinho Viana e Marisa Viana
Vidal França e Mazé

Instrumentistas
Izaias e Seus Chorões
Paulo Putini
Stênio Mendes
Zé Gomes

Jazz Brasileiro
Banda Jazzco

Música Tradicional
Coral Tenondê Porã
Cururu Piracicabano
Jongo de Piqueti
Jovens Fandagueiros de Itacuruçá
Os Canarinhos da Terra (Catira)
Os Favoritos da Catira
Os coroas cirandeiros de Paraty
Raízes de Lagoinha (catira)
Cenários

Orquestras
Orquestra Filarmônica de Violas
Orquestra Paulistana de Viola Caipira
Orquestra Sanfônica de São Paulo

Samba Raiz
Aldo Bueno
Djalma Dias
Germano Mathias
Odair & Cia
Oswaldinho da Cuica
Pé de Moleque

Palestras, workshops
A história do samba
Moisés da Rocha (O samba pede passagem)
Oswaldinho da Cuíca
Carlão Costa

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Pena Branca
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Vinícius Alves - Instrumental

Músicos estrangeiros
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